O tempo passava e Meg dedicava-se ao máximo em sua missão.
Todos os dias levava sua nova amiga, carinhosamente apelidada de "Amarelinha", por onde quer que fosse. Mostrava-lhe os lugares que mais gostava de estar e as brincadeiras mais divertidas. Até mesmo seu cantinho predileto, dentro do guarda-roupa, onde com a ajuda de uma lanterna, lia seus livros de aventuras.
Como era bom não se sentir sozinha.
Enquanto isso, seu tio Paul, também tinha uma missão secreta. Todos os dias antes de ir para a fábrica e antes mesmo que Meg acordasse, ele ia até o quarto da menininha e enchia um pouquinho a bexiga amarela. Aproveitava para contemplar aquele ser tão adorável e enquanto acariciava seu cabelo macio, pensava consigo - como alguém como Meg pode não ter amigos?
A cada amanhecer, Meg, em sua doce inocência, sentia-se radiante ao ver que sua amiga estava mais redondinha. Sua dedicação estava dando certo.
Amarelinha está voando novamente!
Ela até já podia ver um sorriso engraçado em sua amiga.
Numa tarde ensolarada e de brisa agradável, Meg levou Amarelinha para um passeio no parque. Estavam lá, curtindo aquele momento de felicidade e cumplicidade, apenas ela e sua amiga inseparável. Quando um vento muito forte assoprou roubando a bexiga de suas mãos.
Meg correu, desesperada se esticava o máximo que podia, tentando alcançar a amiga. Mas foi inútil.
Amarelinha se foi.
terça-feira, 16 de setembro de 2008
A bexiga amarela (II)
Postado por Dynha às 09:08
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1 pitacos:
NÃOOOO!
E agora o que vai ser da menininha!?
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